segunda-feira, 29 de março de 2010

O caminho foi longo e parece não ter fim

Entramos no curso de jornalismo da Universidade Estadual do Piauí em 2006.2. Tempo de alegrias, muitas. Éramos quase 40 alunos em uma sala de aula sem refrigeração, ventiladores com defeito, professores desestimulados, mas, como calouros que fomos, tínhamos muitos sonhos, queríamos ser JORNALISTAS custasse o que fosse.

Pois paguem, aspirantes a comunicadores sociais, por suas vontades.

Enfrentamos: chuva dentro de sala de aula; inúmeros apagões; trabalhos mirabolantes e sem contexto algum para nossa vida real; professores esnobes e sem estímulo algum; professores que souberam encenar a arte de ministrar aulas (poucos, bem poucos); máquina fotográfica quebrada e no finalzinho todas - pasmem - roubadas; gravadores quebrados; coordenador sem orientação e que nos deixava e deixa sem rumo; construção de laboratórios sem técnicos apropriados (uma espécie de cala a boca) – combinemos pouco nos servem esses laboratórios que foram feitos no curso de jornalismo; INÚMERAS E INCONTÁVEIS BATALHAS...muitas vezes pensamos em desistir...

MAS NÃO DESISTAM CAROS COLEGAS...

Passaram-se 3 anos e meio, estamos NO ÚLTIMO PERÍODO – de jornalismo né. Hora do temível TCC. Documentários, livro-reportagem, monografias, etc. Os projetos estão prontos, uns mais elaborados outros menos, mas prontos. Agora vamos partir para a ação. Mas o medo, a angústia do temível “SE” prevalece nas mentes dos fortes e bravos alunos de jornalismo da UESPI, turma 2006.2. “SE” não der certo; “SE” eu não tiver orientador, “SE” a banca não me aprovar; “SE”...

PESSOAL, convenhamos QUE NO FINAL, em nossa turma, TUDO ACABA DANDO CERTO... e vai ser assim no final desse período. PQ EU QUERO É M LIVRAR. hehehehe

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